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	<title>Comentários sobre: Amor e (homo) sexualidade: casamento, parcerias, relacionamentos e homoparentalidade</title>
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	<description>Universalidade e Diversidade Sexual</description>
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		<title>Por: Ricardo Aguieiras</title>
		<link>http://nucleounisex.org/colunas/amor-e-homosexualidade-casamento-parcerias-relacionamentos-e-homoparentalidade.html#comment-262</link>
		<dc:creator>Ricardo Aguieiras</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 07:58:20 +0000</pubDate>
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		<description>Luiz Fernando, oi!
Obrigado por sua resposta, você foi gentil e educado, apesar de tanto tempo ( dois meses e um dia...) já ter se passado o que tira um tanto do &quot;calor&quot; de uma discussão, a paixão. Infelizmente, o mundo hoje está assim, o que deveria ser discutido numa mesa de bar , entre cervejas e /ou cafés, olhos nos olhos e afeto, hoje é rapidamente resolvido pela internet; msn, orkut; as pessoas sem tempo para nada, todas na construção de um &quot;trabalho&#039; ou uma &quot;empresa&quot; e eu fico me perguntando, lá com as minhas filosofia, que empresa é essa, onde se trabalha tanto, aposenta-se à míngua e depois se morre... Mas isso nada tem a ver com o assunto, apenas uma abstração minha.
O que eu quis falar é que há outros &quot;casamentos&quot; possíveis e reinventáveis na vida, como eu, por exemplo, que resolvi escrever. Escrever para mim virou um &quot;casamento&#039; e me dá um monte de felicidades, e... frustrações outras... risos...
Enfim, como não posso mais acreditar que a homossexualidade pode ser algo revolucionário, já que na ânsia violenta de inclusão, deixamos de ser excluídos para sermos exclusores, tento, eu, me reinventar à cada dia. como disse , politicamente falando, apóio o casamento gay como uma forma de a sociedade validar o nosso amor e sexo, validar nossa diferença. Mas para aí. Repito: é perfeitamente possível ser feliz só e essa imposição para que se tenha alguém é mais uma cobrança da sociedade moderna - vide os blog&#039;s, onde 99% das pessoas falam de amor, como se todas elas amassem e como se o amor não carregasse , também, destruição pelo caminho. Perfeições me cansam, bem como idealizações, foi isso que eu quis colocar. Já amei muito outros caras, tive longuíssimos relacionamentos morando junto e sei o quanto pode ser bom e o quanto pode ser destrutivo e arruinar alguém. como já falava Nelson Rodrigues e como já diziam as canções de outro rodrigues, o Lupiscínio...  É engraçado como hoje todos amam e todos são amigos de todos, não? Vide que o termo &quot;amigo&quot; é usado nas net comunidades e redes sociais como o Orkut , Facebook e etc. etc..... eu sou mais o que dizia Aristoteles: &quot;Amigos teem que comerem o sal juntos&quot;... como é possível ser amigo de alguém que nunca vi na vida, que é apenas uma imagem que ele mesmo criou para si, para fugir do desespero e da superficialidade das relações atuais...
Achei estranho você falar em &quot;dst ou aids&quot;, como se isso fosse um &quot;defeito&quot; da pessoa. Parece ser uma preocupação sua, não? Tem um filmaço maravilhoso que trata muito bem dessa questão: &quot;Jefrey - De bem com a vida&quot;, onde um cara muito bonito, jovem e malhado ( hoje se diz &quot;sarado&quot;... num hediondo preconceito, como se os não malhados fossem &quot;doentes&quot;... afinal, &quot;sarado&quot; é o antônimo de &quot;doente, não?) jura que &quot;só vai se envolver com outros caras &quot;bonitos ; jovens e sarados&quot; como ele, e, principalmente, sem HIV... e não é que ele se apaixona perdidamente por um soropositivo, feio e não malhado?.... é, a vida pode pregar umas peças.... Veja o filme, se puder... e releia o seu parágrafo acima, onde fala das DST e me diga se você não tem algum preconceito pois o contexto que você insere remete diretamente ao caráter e à personalidade da pessoa. Reparou? Por que você faz isso?    Acho que não cabe a um psicólogo e muito menos a um Gestalt terapeuta....  e negar o seu preconceito nesse parágrafo soaria mais estranho ainda, agora, veja com atenção o contexto em que você, Luiz, inseriu a sua frase. Enfim, acho que discordamos de muita coisa, ao contrário do que pensa, você concorda muito pouco comigo. Mas é, totalmente, seu direito, claro. Porém, repare também, como nada temos em comum. Só que quem escreve um artigo, está sujeito a comentários sobre, afinal tem a possibilidade de comentar nessa mesma página, não?
Bom dia!
Ricardo Aguieiras</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luiz Fernando, oi!<br />
Obrigado por sua resposta, você foi gentil e educado, apesar de tanto tempo ( dois meses e um dia&#8230;) já ter se passado o que tira um tanto do &#8220;calor&#8221; de uma discussão, a paixão. Infelizmente, o mundo hoje está assim, o que deveria ser discutido numa mesa de bar , entre cervejas e /ou cafés, olhos nos olhos e afeto, hoje é rapidamente resolvido pela internet; msn, orkut; as pessoas sem tempo para nada, todas na construção de um &#8220;trabalho&#8217; ou uma &#8220;empresa&#8221; e eu fico me perguntando, lá com as minhas filosofia, que empresa é essa, onde se trabalha tanto, aposenta-se à míngua e depois se morre&#8230; Mas isso nada tem a ver com o assunto, apenas uma abstração minha.<br />
O que eu quis falar é que há outros &#8220;casamentos&#8221; possíveis e reinventáveis na vida, como eu, por exemplo, que resolvi escrever. Escrever para mim virou um &#8220;casamento&#8217; e me dá um monte de felicidades, e&#8230; frustrações outras&#8230; risos&#8230;<br />
Enfim, como não posso mais acreditar que a homossexualidade pode ser algo revolucionário, já que na ânsia violenta de inclusão, deixamos de ser excluídos para sermos exclusores, tento, eu, me reinventar à cada dia. como disse , politicamente falando, apóio o casamento gay como uma forma de a sociedade validar o nosso amor e sexo, validar nossa diferença. Mas para aí. Repito: é perfeitamente possível ser feliz só e essa imposição para que se tenha alguém é mais uma cobrança da sociedade moderna &#8211; vide os blog&#8217;s, onde 99% das pessoas falam de amor, como se todas elas amassem e como se o amor não carregasse , também, destruição pelo caminho. Perfeições me cansam, bem como idealizações, foi isso que eu quis colocar. Já amei muito outros caras, tive longuíssimos relacionamentos morando junto e sei o quanto pode ser bom e o quanto pode ser destrutivo e arruinar alguém. como já falava Nelson Rodrigues e como já diziam as canções de outro rodrigues, o Lupiscínio&#8230;  É engraçado como hoje todos amam e todos são amigos de todos, não? Vide que o termo &#8220;amigo&#8221; é usado nas net comunidades e redes sociais como o Orkut , Facebook e etc. etc&#8230;.. eu sou mais o que dizia Aristoteles: &#8220;Amigos teem que comerem o sal juntos&#8221;&#8230; como é possível ser amigo de alguém que nunca vi na vida, que é apenas uma imagem que ele mesmo criou para si, para fugir do desespero e da superficialidade das relações atuais&#8230;<br />
Achei estranho você falar em &#8220;dst ou aids&#8221;, como se isso fosse um &#8220;defeito&#8221; da pessoa. Parece ser uma preocupação sua, não? Tem um filmaço maravilhoso que trata muito bem dessa questão: &#8220;Jefrey &#8211; De bem com a vida&#8221;, onde um cara muito bonito, jovem e malhado ( hoje se diz &#8220;sarado&#8221;&#8230; num hediondo preconceito, como se os não malhados fossem &#8220;doentes&#8221;&#8230; afinal, &#8220;sarado&#8221; é o antônimo de &#8220;doente, não?) jura que &#8220;só vai se envolver com outros caras &#8220;bonitos ; jovens e sarados&#8221; como ele, e, principalmente, sem HIV&#8230; e não é que ele se apaixona perdidamente por um soropositivo, feio e não malhado?&#8230;. é, a vida pode pregar umas peças&#8230;. Veja o filme, se puder&#8230; e releia o seu parágrafo acima, onde fala das DST e me diga se você não tem algum preconceito pois o contexto que você insere remete diretamente ao caráter e à personalidade da pessoa. Reparou? Por que você faz isso?    Acho que não cabe a um psicólogo e muito menos a um Gestalt terapeuta&#8230;.  e negar o seu preconceito nesse parágrafo soaria mais estranho ainda, agora, veja com atenção o contexto em que você, Luiz, inseriu a sua frase. Enfim, acho que discordamos de muita coisa, ao contrário do que pensa, você concorda muito pouco comigo. Mas é, totalmente, seu direito, claro. Porém, repare também, como nada temos em comum. Só que quem escreve um artigo, está sujeito a comentários sobre, afinal tem a possibilidade de comentar nessa mesma página, não?<br />
Bom dia!<br />
Ricardo Aguieiras</p>
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		<title>Por: Luiz Fernando</title>
		<link>http://nucleounisex.org/colunas/amor-e-homosexualidade-casamento-parcerias-relacionamentos-e-homoparentalidade.html#comment-261</link>
		<dc:creator>Luiz Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 02:40:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nucleounisex.org/?p=459#comment-261</guid>
		<description>Olá Ricardo. 

Só agora vi seu comentário. Concordo com seu comentário. Não necessariamente devemos buscar viver relacionamentos estáveis e duradouros, ou viver um casamento, no modelo tradicional. Às vezes REALMENTE é melhor viver sozinho do que mal acompanhado. Me pergunto, no entando, o quanto somos suportamos as nossas frustrações, quando não encontramos no outro o que idealizamos, e o quando essa frustração também não nos desiludo ao ponto de descrermos comletamente nessa possibilidade de um encontro a dois e numa partilha de vidas. 

Durante muito tempo pensei que nunca iria sonhar em casar ou conviver com uma pessoa &quot;pelo resto de minha vida&quot; ou &quot;até quando dure&quot;, até que eu pacei a vivenciar algo que vem durando.

Sou contra, como você, ao politicamente correto e a formas de tiranização da vida privada, pelo governo, pela mídia, e por qualquer agência de controle social. Penso na responsabilidade que cada um de nós devemos ter para conosco e para com o outro e com a humanidade. Nem sempre podemos garantir que o outro tem boas intensões, ou toma todas as vacinas, ou não está contaminado por sabe-se lá por qual DST ou AIDS. Às vezes se aposta na monogamia e num relacionamento estável, mas nem isso é garantia de fidelidade e exclusividade e, principalmente, proteção e prevenção.

Como você mesmo disse, esse meu texto buscou ser amplo e abrangente, e para cada ponto lançado, poderiamos refletir outras tantas muitiplas possibilidades de interpretação, perspectivas e vivências. Tento sempre chegar num ponto: a preocupação com a ética e o cuidado com o humano, que independe de sexo, gêneo, raça, etnia e religião. Essa é a chave essencial de meus pensamentos, todo o resto é apenas pano de fundo e contexto para a reflexão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Ricardo. </p>
<p>Só agora vi seu comentário. Concordo com seu comentário. Não necessariamente devemos buscar viver relacionamentos estáveis e duradouros, ou viver um casamento, no modelo tradicional. Às vezes REALMENTE é melhor viver sozinho do que mal acompanhado. Me pergunto, no entando, o quanto somos suportamos as nossas frustrações, quando não encontramos no outro o que idealizamos, e o quando essa frustração também não nos desiludo ao ponto de descrermos comletamente nessa possibilidade de um encontro a dois e numa partilha de vidas. </p>
<p>Durante muito tempo pensei que nunca iria sonhar em casar ou conviver com uma pessoa &#8220;pelo resto de minha vida&#8221; ou &#8220;até quando dure&#8221;, até que eu pacei a vivenciar algo que vem durando.</p>
<p>Sou contra, como você, ao politicamente correto e a formas de tiranização da vida privada, pelo governo, pela mídia, e por qualquer agência de controle social. Penso na responsabilidade que cada um de nós devemos ter para conosco e para com o outro e com a humanidade. Nem sempre podemos garantir que o outro tem boas intensões, ou toma todas as vacinas, ou não está contaminado por sabe-se lá por qual DST ou AIDS. Às vezes se aposta na monogamia e num relacionamento estável, mas nem isso é garantia de fidelidade e exclusividade e, principalmente, proteção e prevenção.</p>
<p>Como você mesmo disse, esse meu texto buscou ser amplo e abrangente, e para cada ponto lançado, poderiamos refletir outras tantas muitiplas possibilidades de interpretação, perspectivas e vivências. Tento sempre chegar num ponto: a preocupação com a ética e o cuidado com o humano, que independe de sexo, gêneo, raça, etnia e religião. Essa é a chave essencial de meus pensamentos, todo o resto é apenas pano de fundo e contexto para a reflexão.</p>
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		<title>Por: Ricardo rocha Aguieiras</title>
		<link>http://nucleounisex.org/colunas/amor-e-homosexualidade-casamento-parcerias-relacionamentos-e-homoparentalidade.html#comment-142</link>
		<dc:creator>Ricardo rocha Aguieiras</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 10:55:14 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo em partes, discordo de outras, apesar de perceber que o autor tentou ser abragente. Eu ainda tento crer que há mais e mais possibilidades além das apresentadas, além da possibilidade de que é possível viver perfeitamente bem e só. Minha verdade e felicidade está dentro de mim, não no outro e essa busca - intensamente cobrada socialmente - pode ser desgastante e um fracasso. Entendo o Casamento Gay, realmente, como um reconhecimento da homossexualidade como um amor tão válido quando qualquer outro e uma isonomia para recuperar Direitos. Não uma obrigação, bem como não é uma obrigação amar... Os valores que o autor fala no final e coloca seriam, no meu modo de ver, universais, não apenas de gays e homossexuais e não acredito - hoje - que a homossexualidade poderia trazer contribuições para esse tipo de questionamento. Já acreditei nisso, numa homossexualidade transgressora, revolucionária, capaz de criar um novo mundo. Hoje, não mais. O que eu luto hoje é para que as pessoas seja (ao menos, minimamente) felizes e que possam fazer algumas escolhas, sendo adultas, vacinadas, consensuais, sem tanta intervenção do Estado em cima de suas vidas ou dentro do quarto delas, em suas camas. Não quero viver num Estado Policial, cheio de leis e mais leis, muito menos num  Estado onde vigore o &quot;politicamente correto&quot; sufocando o indivíduo. Isso nunca foi liberdade, muito menos felicidade, nunca. É , sim, uma armadilha.
Beijos,
Ricardo
aguieiras2002@yahoo.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo em partes, discordo de outras, apesar de perceber que o autor tentou ser abragente. Eu ainda tento crer que há mais e mais possibilidades além das apresentadas, além da possibilidade de que é possível viver perfeitamente bem e só. Minha verdade e felicidade está dentro de mim, não no outro e essa busca &#8211; intensamente cobrada socialmente &#8211; pode ser desgastante e um fracasso. Entendo o Casamento Gay, realmente, como um reconhecimento da homossexualidade como um amor tão válido quando qualquer outro e uma isonomia para recuperar Direitos. Não uma obrigação, bem como não é uma obrigação amar&#8230; Os valores que o autor fala no final e coloca seriam, no meu modo de ver, universais, não apenas de gays e homossexuais e não acredito &#8211; hoje &#8211; que a homossexualidade poderia trazer contribuições para esse tipo de questionamento. Já acreditei nisso, numa homossexualidade transgressora, revolucionária, capaz de criar um novo mundo. Hoje, não mais. O que eu luto hoje é para que as pessoas seja (ao menos, minimamente) felizes e que possam fazer algumas escolhas, sendo adultas, vacinadas, consensuais, sem tanta intervenção do Estado em cima de suas vidas ou dentro do quarto delas, em suas camas. Não quero viver num Estado Policial, cheio de leis e mais leis, muito menos num  Estado onde vigore o &#8220;politicamente correto&#8221; sufocando o indivíduo. Isso nunca foi liberdade, muito menos felicidade, nunca. É , sim, uma armadilha.<br />
Beijos,<br />
Ricardo<br />
<a href="mailto:aguieiras2002@yahoo.com.br">aguieiras2002@yahoo.com.br</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tacy</title>
		<link>http://nucleounisex.org/colunas/amor-e-homosexualidade-casamento-parcerias-relacionamentos-e-homoparentalidade.html#comment-54</link>
		<dc:creator>Tacy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 02:48:10 +0000</pubDate>
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		<description>A idéia é valida!!  E os tabus são absurdamnte gritantes, mas nada q não posssa ser ultrapassadu facilmente com o advento do tempo e da cultura. A sociedade precisa re-analisar seus valoes e conceitos   pra se modernizar nessa atual sociedade agressiva, hipócrita e devastadoramente selvagem...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia é valida!!  E os tabus são absurdamnte gritantes, mas nada q não posssa ser ultrapassadu facilmente com o advento do tempo e da cultura. A sociedade precisa re-analisar seus valoes e conceitos   pra se modernizar nessa atual sociedade agressiva, hipócrita e devastadoramente selvagem&#8230;</p>
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