Sobre Daniel Silva
(Editor) Doutorando em História Social pela UFBa (2017). Graduado em História em 2012 e possuí o título de Mestre em História Social do Brasil, obtido em 2015, ambos também pela UFBa. Pesquisa temas relativos a gênero, homossexualidade e saber médico, centrando nas teses de doutoramento da Faculdade de Medicina da Bahia no século XIX.
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Pink money, Parte I

26 de novembro de 2013 Daniel Silva 0

O cenário é uma grande livraria da cidade de Salvador. Público certo, cotidiano, agitado e diverso dentro de quem pode frequentar aquele tipo de estabelecimento.  Gente apressada, gente com tempo, gente correndo atrás de presentes […]

Mambo Italiano (2003)

21 de novembro de 2013 Daniel Silva 0

Nesta comédia de 2003, o diretor Émile Gaudreault retratou com maestria a acomodação da homossexualidade por uma tradicional – ou nem tanto – família italiana. O longa gira em torno da saída do armário de […]

Poucas cinzas (Little ashes, 2008)

22 de outubro de 2013 Daniel Silva 0

  Neste drama histórico dirigido por Paul Morrison e ambientando na Madri dos anos 1920 e 30, vemos a difícil relação entre três das maiores personalidades da primeira metade do século XX em seus campos […]

Baby Love (2008)

18 de outubro de 2013 Daniel Silva 0

Dirigido por Vincent Garencq. Quais os limites e arranjos possíveis entre a identidade sexual e do desejo de ser pai? Este é o tema central do longa Baby Love (2008), longa-metragem francês centrando na figura […]

Não podemos nos dar o luxo de vender barato os nossos votos.

17 de outubro de 2013 Daniel Silva 0

Não podemos nos dar o luxo de votar de forma inconsciente. De não pensar um pouco antes de apertar os dedos na urna eletrônica. De refletir, cuidadosamente, no candidato que escolhemos. Não podemos ser um eleitorado invisível, estatístico do Datafolha e do Ibope. Seria um luxo demasiado caro para os homossexuais brasileiros. […]

Tomboy (2005)

17 de outubro de 2013 Daniel Silva 0

Dirigido por Céline Sciama. Tomboy certamente é um dos filmes mais impactantes sobre infância, descobertas e a (não) naturalização de papéis de gênero. O longa enfoca algumas semanas na vida de Laure (Zoé Herán), que […]

Shortbus (2005)

16 de outubro de 2013 Daniel Silva 0

Um filme desconcertante. Esta talvez seja uma definição possível para Shortbus (2005), película dirigida por John Cameron Mitchell, também diretor de Hedwig and the angry inch (2001). Rodado em cores fortes, o foco do longa […]

Um toque de Rosa: culturas, identidades e conflitos.

19 de setembro de 2013 Daniel Silva 0

O longa girou em torno da vida de Alim (Jimmy Mistry), um jovem e talentoso fotógrafo de origem paquistanesa e canadense, mas que vive em Londres com o noivo, Giles (Kristen Holden-Ried). Longe da família e falando o mínimo possível com os parentes tradicionalistas, Alim parece senão confortável, ao menos resignado com a separação (inclusive geográfica) entre estas duas instâncias da sua vida: a identidade de um jovem gay numa das cidades mais diversas do mundo, e a de um imigrante canadense de origem paquistanesa, parte da comunidade muçulmana egressa deste país. […]

Filmes, livros e a sexualidade na época clássica: o presente nas narrativas do passado.

28 de dezembro de 2012 Daniel Silva 0

É um costume na área de história dizer frequentemente que obras de ficção situadas no passado dizem mais a respeito do nosso próprio tempo do que a respeito do passado em si[1]. Isto pode ser verificado com alguma facilidade: quantas vezes as falas de personagens de livros ou filmes parecem ser diretamente retiradas de um discurso feminista ou democrático? Pululam “mulheres devem ser livres” ou ainda “o rei deve zelar pela felicidade e ouvir os desejos de seus súditos”. Esta tendência, quando exagerada, resulta no anacronismo, um dos maiores equívocos para o historiador: atribuir ao passado demandas, expectativas e significados que pertencem ao presente. Para o historiador, nada pode ser atemporal: tudo, rigorosamente, está situado dentro de uma experiência de tempo que nos atinge no mais íntimo e aparentemente “natural” que nos cerca. Isto inclui, evidentemente, a sexualidade. […]

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