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	<title>Núcleo UNISex &#187; gay</title>
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	<description>Universalidade e Diversidade Sexual</description>
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		<title>Big Brother e Visibilidade GLBT</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[senso comum ou um pouco mais&#8230; (Hoje, sem papo psi!) Não assisto Big Brother Brasil acho que desde a sua 3ª ou 4º edição&#8230; Não tenho muitas informações para fazer uma análise em retrospectiva de todas as edições, mas me &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/colunas/big-brother-e-visibilidade-glbt.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-558" title="Big Brother" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2010/01/bigbrother.png" alt="Big Brother" width="583" height="270" /></p>
<h3>senso comum ou um pouco mais&#8230;</h3>
<p><em>(Hoje, sem papo psi!)</em></p>
<p>Não assisto Big Brother Brasil acho que desde a sua 3ª ou 4º edição&#8230; Não tenho muitas informações para fazer uma análise em retrospectiva de todas as edições, mas me arrisco a trazer algumas impressões iniciais deste primeiro momento, no iniciozinho da nova edição do programa.</p>
<p>No início do BBB, como todo brasileiro viciado em televisão, acompanhava as edições, votava no site para colocar alguém pra fora, torcia e tinha meus favoritos e seguia o jogo, na dicotomia bem maniqueísta do “bem” contra o “ma”l. Sou da geração que foi criado na frente da telinha da TV e não na frente do computador, como essa nova geração do YOUTUBE, Orkut, Facebook e afins&#8230; e me envolvi, na condição de telespectador, nesse movimento cultural (inter)nacional que se tornou os reality shows, verdadeiras “caixas de Skinner” onde se experimenta como num laboratório, as múltiplas facetas da natureza humana – e suas “performances”.</p>
<p>Em alguma edições – não saberia dizer se em todas – havia pelo menos um representante gay, seja “assumido” ou não. Lembro-me do André Gabeh, que ficou meio “em cima do muro”. Tivemos o Jean Willys que foi, provavelmente o que ficou mais em evidência, até hoje sendo uma representação forte, por trazer consigo uma formação universitária e intelectual associada a um discurso de afirmação do direito ao respeito e à cidadania. Até hoje ele é uma representação importante aqui na Bahia.</p>
<p>Teve o psiquiatra “urso” Marcelo, que, se não me engano, acabou se destacando mais pela sua forma de jogar que pela sua orientação sexual. O que é interessante, se pensarmos no que significa ter uma ter uma “cota” de gays no BBB, assim como se tem cotas de negros, nordestinos, pobres&#8230; Ter GLBTs nas edições do BBB é uma questão de cotas? &#8211; pergunto eu. Sendo, tem um lado positivo, pois mostra o desejo geral da comunidade GLBT em se lutar pela inserção dos homossexuais nos espaços públicos, garantindo direitos iguais de oportunidades. Por outro lado, fica parecendo uma coisa tosca, meio politicamente correta, um tanto caricata, como sempre me parece essa questão de cotas. (Polêmica!!!)</p>
<p>A atual edição do BBB me desperta curiosidade, em pelo menos dois aspectos:</p>
<p>1)     Número “expressivo” de representantes assumidos da comunidade GLBT (2 gays e 1 lésbica).</p>
<p>2)     Por, desde o começo, já haver uma classificação em grupos (ou tribos):  coloridos, sarados, belos, cabeças, ligados&#8230;</p>
<p>No primeiro ponto, acho que talvez seja um passo importante no que diz respeito à questão da visibilidade, ao trazer um número maior de representantes em sua diversidade. Por outro lado, me faz parecer que a “cota” aumentou em representatividade e diversificou, incluindo o “L” do GLBT. O que está por traz desse aumento na “cota”? É realmente uma questão de dar visibilidade ao movimento GLBT? Objetiva fortalecer as discussões sobre a luta por direitos a casamento, adoção, à luta contra homofobia&#8230; ou será apenas mais uma jogada de marketing e uma tentativa de se ampliar as possibilidade de “análise combinatória de casais”, com direito a selinhos entre homens e mulheres, casais, <em>ménage</em>&#8230; Homens e mulheres super sexys e gays felizes para animar as festas&#8230;</p>
<p>Sérgio, paulistano, universitário, “emo” (ou algo do tipo, talvez um tanto transgênero&#8230;), que traz uma imagem do jovem feliz e “bem criado” que recebe o apoio dos pais, que curte moda, festas, que é “modernoso” e segue As da moda musical, fashion, e que cria um personagem para si mesmo, o Sr. Orgastic, que segue os passos de Andy Worhol em busca de seus 15 minutos de fama, ou do Michael Alig, do filme Party Monster,  da cultura clubber, kid club. Que vive a noite em busca de FAMA, SUCESSO e GLAMOUR.</p>
<p>Dicesar, maquiador, quarentão, maquiador, drag queen&#8230; Recentemente, ao trazer a experiência do primeiro bolo de aniversário aos 40 anos e ao falar da vinculação com a mãe, traz uma imagem menos glamourosa, (embora como drag seja um arraso!). A profissão de maquiador segue um pouco do imaginário coletivo de que homossexual ou é cabeleireiro, ou maquiador, quando não é travesti&#8230; Dicesar ao atuar como drag-queen traz um simbolo do movimento GLBT, marcado pelo  bom humor, pelo deboche, pela alegria gay. Ser drag é uma profissão, uma  performance artística, que às vezes é vinculada à imagem da travesti, ou da  transexual &#8211; estando no prisma &#8220;trans&#8221;, mas que traz consigo peculiaridades  próprias que é importante considerarmos.</p>
<p>Sérgio e Dicesar representam bem o protótipo gay do imaginário coletivo. Representação que certamente tem procedência, pois faz parte da diversidade que constitui a comunidade GLBT e suas mais múltiplas manifestações. Eles trazem representações da comunidade gay, a drag e o transgênero, que nos  apontam para formas antigas e novas, atualizações e releituras, no espaço  &#8220;entre&#8221; os sexos masculino e feminino, numa configuração híbrida do  homem-mulher, que geralemnte está presente no imaginário coletivo, nas  representações e estereótipos sociais sobre o homossexual.</p>
<p>Angélica, que ao que me parece é a primeira representante  lésbica assumida, jornalista e cheia de ideais de realização pessoal e profissional,    não segue o estereótipo “caminhoneira sapatão”. Uma mulher “normal” que, se não dissesse que era lésbica, aparentemente passaria batido. Invisibilidade lésbica? Talvez! Seja porque preferimos não ver o não querermos ver e que está na nossa frente, seja porque a homossexualidade não é algo sempre óbvio que está estampado em nossas testas.</p>
<p>No caso do lesbianismo, sua invisibilidade que trás consigo uma sutileza que talvez seja própria das mulheres, ou não! Uma forma se ser e se comportar que não coloca a sexualidade como principal rótulo identitário, por integrar mais facilmente a multiplicidade de papéis&#8230; Será? As mulheres não precisam afirmar o tempo todo sua feminilidade&#8230; Os homens precisam? As feministas provavelmente já devem discutir um bocado essa questão, ancoradas em categorias de gênero, papéis sexuais, opressor-oprimido, repressão sexual das mulheres, etc etc&#8230; Se até Freud admitia saber pouco da sexualidade feminina, é porque talvez tenha algo a mais que escapa a nossa compreensão&#8230; (Papo psi!)</p>
<p>O segundo ponto, os vários grupos, as várias tribos, constituídas a priori como que selecionando os grupos por características que, sinceramente, não dizem nada e são artificiais. Rótulos são artificiais e o movimento grupal é muito mais dinâmico e diverso que categorias classificatórias. O mais comum é que todos interajam e estabeleçam vínculos através de outros elementos, às vezes mais sutis e subliminares&#8230; Malhar um bocado pode ser um tema em comum entre os sarados, a homossexualidade e a homofobia pode ser um tema que emerja e traga consigo uma expectativa e um alerta, mas não necessariamente são elementos que norteiem uma identificação e constitua um elo, um laço forte de cumplicidade.</p>
<p>Participar de uma tribo não inviabiliza o trânsito nas outras. O transito é cada vez mais comum nos nossos tempos, em que nos vemos cada dia mais como estrangeiros e poliglotas. Falamos várias línguas, transitamos por vários contextos, encenamos vários papéis e somos múltiplos&#8230; somos uma unidade pluri-identitária, globalizado e aculturados, seguindo modas, modos e criando novidades.</p>
<p>Tanta novidade causa espanto e meio que nos desconcerta, quando esperamos que cada coisa esteja no seu lugar, cada um na sua casinha, de palha, madeira ou tijolo, como os porquinhos das histórias infantis. Vem o lobo mau e derruba tudo no sopro – ou no trator! Podemos adotar um pensamento como o do Dourado, que numa conversa na piscina com o Sérgio, de que heterossexual é heterossexual, homossexual é homossexual, e que homem que beija homem ou mulher que beija mulher não é heterossexual, ou precisa criar uma nova categoria – o que confunde as caixinhas e os rótulos&#8230;  E pensar na possibilidade de o primeiro casal gay da casa ser constituído por um homem e uma mulher! Que panacéia!!!</p>
<p>Nada nessa vida me surpreende e acho que tudo é possível nesse mundo cada vez mais incerto e cheio de dúvidas, pela ruptura cotidiana dos velhos modos definidos de ordenamento social. Dá nó na cabeça? Dá! Mas o que seria de nossos cérebros se não fossem o emaranhado de neurônios interconectados e sempre dispostos a novas conexões sinapticas?!</p>
<p>Esse meu papo nada a ver, beirando o senso comum, bem resenha do BBB&#8230; muita coisa a se pensar, sem dúvida. Sem teorias, mas com um olhar atento a essas novidades que a TV ainda nos mostra, construindo realidades fugazes e etérias, fantasias concretas que constroem estilos, tendências, gerações&#8230;</p>
<p><em>Beijo a todos e “me liga, tá?!” ;)</em></p>
<p style="text-align: right;"><a rel="nofollow" href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=721">Imagem: renjith krishnan / FreeDigitalPhotos.net</a></p>
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		<title>A Aliança de Prata</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[simbologia, relacionamento e sexualidade Lendo a coluna do César, me chamou atenção um aspecto que, já a algum tempo, desperta a minha atenção: a aliança de prata. De fato, ao menos aqui em Salvador, ela se constitui como um símbolo &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/colunas/a-alianca-de-prata.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-550" title="Aliança" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2009/10/alianca.jpg" alt="Aliança" width="300" height="300" /></p>
<h3>simbologia, relacionamento e sexualidade</h3>
<p>Lendo a coluna do César, me chamou atenção um aspecto que, já a algum tempo, desperta a minha atenção: a aliança de prata. De fato, ao menos aqui em Salvador, ela se constitui como um símbolo e um elemento de identificação, ou do gay em geral, ou do gay que está namorando. Passa como um elemento de identificação daquele que faz parte dessa grande tribo que é a comunidade GLBT. Entretanto, creio eu, não é um símbolo compartilhado por todos. Nem todo gay ou lésbica usa aliança de prata, mas, quem usa, tem uma grande possibilidade de ser “do babado”.</p>
<p>Já me peguei algumas vezes olhando atentamente para as mãos de pessoas que me parecem “suspeitas” buscando identificar se está usando a bendita aliança.</p>
<p>Me dou conta, no entanto, que não é um artigo exclusivo dos gays, mas que é um elemento identificador, pelo menos, de que a pessoa que a usa é “alternativa”. Valendo, de certo modo, o sentido alternativo do relacionamento entre as pessoas que usam da mesma aliança. (Traduzindo: casais que usam aliança de prata são “alternativos”).</p>
<p>Conheço casais heterossexuais – até que se prove o contrário – que usam alianças de prata. São casais que não oficializaram a relação no cartório ou no religioso. Tempos atrás se diria que são “amigados”, “concubinatos”, ou, numa terminologia mais chula, “emancebados” (não sei se é assim exatamente que se escreve esse palavrão, mas eu bem poderia substituir pela opção dada pelo dicionário do Word: “emancipados”).</p>
<p>Em todo o caso, me parece que o uso da aliança de prata distingue a relação oficializada, socialmente, registrada e sacramentada, com véu, grinalda, padre e arroz. Os relacionamentos que seguem o script são agraciados com a aliança reluzente de ouro, que nunca mareia, que é eterna e brilhante, até que a morte os separe ou troque pelas alianças de bodas de prata, ouro, esmeralda ou diamante.</p>
<p>Os relacionamentos “alternativos” ficam com a de prata, que mareia, perde o brilho. Penso no valor desse símbolo e no que ele traz, em si, um sentido. É o símbolo ao mesmo tempo de uma transgressão, de um espírito alternativo e liberal, mas também pode ser compreendido como um símbolo de inferioridade quanto ao valor social do relacionamento, seja ele entre casais heterossexuais que não se casam oficialmente, seja pelos gays, lésbicas e LGBTs&#8230;</p>
<p>Fico refletindo nesse símbolo, que como os triângulos rosa, surge como um elemento de identificação dos gays, mais ou menos velados e explícitos, para aqueles que se valem desse adereço, e depositam nele um sentido, e para aqueles que identificam o significado nele depositado. Fico pensando comigo se também esse não seria um símbolo que nos distingue socialmente como uma classe menor. (Penso por exemplo no valor dado, décadas atrás, ao anel de formatura, que era um símbolo de distinção social e que fazia com que aquela pessoa que o portasse fosse socialmente reconhecido como um “bacharel”).</p>
<p>(Meu avô, reza a lenda familiar, era um vendedor ambulante, daqueles de porta em porta, que vendia confecções a prestação. Apesar do status social baixo, para o padrão da família, ex-soldado, semi-analfabeto, usada um anel de brilhante no dedo mínimo e tinha uma caneta Parker – símbolos de status na época.)</p>
<p>Reflito sobre esses pontos, em torno da aliança de prata, sem ser eu antropólogo, historiado ou ourives, penando no significado desse objeto, que ele ou dedos das mãos de diversas cores e sexos, servem como elemento de identificação do gay ou do casal homossexual ou “alternativo”. Fico pensando em nas possíveis alternativas que por ventura existam, diante de um atual contexto em que o relacionamento ainda não é reconhecido – às vezes ignorados verdadeiramente diante da sociedade, ou, em situações piores, discriminados com agressão e homofobia.</p>
<p>Penso também no valor que os próprios gays dão ao relacionamento, na confiança (ou desconfiança) diante da possibilidade de viver um relacionamento verdadeiramente nutridor e de parceria, que é ou pode ser eterno enquanto dura. Talvez alimentemos nós mesmos uma idéia de efemeridade das relações, marcadas pela transitoriedade e, por isso, temos um símbolo que não é duradouro em seu brilho. Talvez sejamos visionários, estejamos na verdade a frente de nosso tempo – que já é – e tenhamos nos dado conta de que o casamento é uma instituição falida e que o amor não é eterno. Mas, mesmo assim, lutamos pela legalização do casamento gay, seja pelos direitos civis dele decorrente, seja pelo sonho romântico que aspira uma casamento com véu, grinalda, arroz e aliança de ouro.</p>
<p>Talvez devêssemos prestar atenção em nossos sonhos e nossas atitudes, nos símbolos que criamos, nas crenças que reproduzimos em discursos e atos. No final das contas, falam sobre nós, sobre quem somos e quem desejamos ser.</p>
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		<title>O que eu procuro em você?</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 15:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O igual e o diferente e a alteridade na relação a dois. Qual é o mais óbvio segredo dos relacionamentos? Sempre buscamos algo no outro. Buscamos no outro algo que idealizamos: carinho, amor, companheirismo, atenção, fidelidade, etc etc. Esperamos que &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/colunas/o-que-eu-procuro-em-voce.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-560" title="Relação" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2009/10/relacao.jpg" alt="" width="583" height="510" /></p>
<h3>O igual e o diferente e a alteridade na relação a dois.</h3>
<p>Qual é o mais óbvio segredo dos relacionamentos? Sempre buscamos algo no outro. Buscamos no outro algo que idealizamos: carinho, amor, companheirismo, atenção, fidelidade, etc etc. Esperamos que o outro nos supra nossas necessidades de afeto, nossas carências e faltas. Esperamos que o outro seja o príncipe ou a princesa encantados, que não tem defeitos, que está sempre disponível e que nos aceita incondicionalmente.</p>
<p>Se buscamos isso nas pessoas, jamais encontraremos alguém verdadeiramente humana, de carne e osso, e defeitos. Se idealizamos a perfeição, precisamos olhar com lucidez para nós mesmos e nos darmos conta de que somos sim imperfeitos, e ser imperfeito é o melhor que podemos ser, pois é o que somos.</p>
<p>Relacionamentos começam na grande empolgação do apaixonamento, em que mentes e corpos estão conectados quase que numa mesma sintonia. Esperamos do outro o complemento absoluto. Mesmos gostos, mesmos hábitos, mesmos valores, mesmo tudo. O outro não é nosso igual. Ele não é nosso espelho narcísico. E, se acontece de encontrarmos nossa alma gêmea, logo logo nos daremos conta de que o igual limita e nunca é absoluto.</p>
<p>Quando estamos num relacionamento homossexual já temos uma semelhança dada a priori – o mesmo sexo, o mesmo corpo e desejos que acreditamos ser os mesmos. Entretanto, o outro é sempre outro. Não podemos transpor para ele nossos próprios desejos e nossas formas de obter prazer. O outro não pensa igual a mim, não tem as mesmas expectativas de relacionamento, e se comporta diferente de mim.</p>
<p>Um relacionamento sem desestendimentos já traz um sinal de descompasso. Alguém está se anulando, fazendo mais concessões que o outro, para não ferir a imagem idealizada de relacionamento perfeito. Relacionamentos perfeitos não existem! E o pior de tudo é quando não nos damos conta disso. Quando culpamos o outro ou nos culpamos por as coisas não terem saído da forma como queríamos. Nos frustramos por criarmos expectativas impossíveis de serem satisfeitas.</p>
<p>Nem todo gay é liberal. Nem todo gay é promíscuo. Nem todo gay é independente. Nem toda lésbica é apaixonada. Nem toda lésbica é atenciosa. Nem toda lésbica é ciumenta. Nem todo todo é sempre o mesmo. E o mesmo sempre é diferente.</p>
<p>Precisamos aprender a perceber e valorizar a diferença, considerando-a não como um obstáculo para a relação, mas como uma oportunidade para o crescimento. Quem se apega sempre ao mesmo, vive num mundo restrito, cristalizado em torno de uma idéia, uma idealização, uma abstração criada que não necessariamente tem sustentação no real.</p>
<p>É importante também ter consciência de nossa imperfeição, não para nos subestimarmos, nem para justificar nossos erros, mas para termos a medida sobre o que podemos ou não oferecer ao outro, para que não esperemos do outro aquilo que não podemos retribuir. As relações não necessariamente precisam ser de trocas quase comerciais, num toma-lá-dá-cá em que sempre visamos um lucro, mas sim numa relação de interdependência, uma relação intersubjetiva, uma relação sempre ENTRE duas pessoas. Nesse entre as trocas favorecem o crescimento. E só há troca onde há o diferente – necessidades, recursos, sentimentos, desejos diferentes.</p>
<p>A perfeição é o impossível. Aprender a confiar e valorizar o possível talvez nos ajude a con-viver bem com o outro, VIVER COM. Essa é a essência de todo relacionamento, o viver com&#8230; E só podemos viver com aquele que nos é real, em seu possível, naquilo que ele realmente tem e pode nos dar de si. Senão, estaremos sempre nos relacionando com um ideal inexistente, com um fantasma que acreditamos ser o outro, com nossas expectativas e projeções. E, nesse estar sempre guiado pela ideal, buscamos também, nós mesmos, sermos perfeitos e ideais.</p>
<p style="text-align: right;"><a rel="nofollow" href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=982">Imagem: djcodrin / FreeDigitalPhotos.net</a></p>
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		<title>Parada Gay de 2009 em Salvador será 25 de Outubro</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 00:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Núcleo UNISex</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Grupo Gay da Bahia publicou em seu site o cartaz de divulgação da oitava edição da Parada Gay que irá celebrar os 30 anos de fundação do GGB. Segundo as informações do site, este ano a parada contará com &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/noticias/parada-gay-de-2009-em-salvador-sera-25-de-outubro.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Gay da Bahia publicou em seu site o cartaz de divulgação da oitava edição da Parada Gay que irá celebrar os 30 anos de fundação do GGB.</p>
<p><img class="size-full wp-image-512" title="Parada Gay" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2009/09/cartaz_parada.jpg" alt="Parada Gay" width="400" height="557" /></p>
<p>Segundo as informações do site, este ano a parada contará com 10 trios elétricos e o já tradicional Palco montado no Campo Grande.</p>
<p>Veja o vídeo Promocional:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5uq7jPW1fE4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/5uq7jPW1fE4"></embed></object></p>
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		<title>Data da Parada Gay de Salvador 2009 foi alterada</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 01:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Núcleo UNISex</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em nota em seu site, o Grupo Gay da Bahia confirmou a nova data para realização da VIII Parada Gay da Bahia. A VIII Parada contecerá no dia 25 de Outubro (domingo). A modificação foi feita devido a realização de alguns &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/noticias/data-da-parada-gay-de-salvador-2009-foi-alterada.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em nota em seu site, o Grupo Gay da Bahia <a rel="nofollow" href="http://www.ggb.org.br/VIII%20Parada%20Gay%20da%20Bahia%20em%20Outubro.html">confirmou a nova data</a> para realização da VIII Parada Gay da Bahia.</strong></p>
<p><strong>A VIII Parada contecerá no dia 25 de Outubro (domingo).</strong></p>
<p>A modificação foi feita devido a realização de alguns convênios necessários para realização da parada. O nova prazo também viabilizou a preparação da Mostra Possíveis Sexualidades, que inclui exibição áudio visual e debates sobre cultura homossexual na Bahia.</p>
<p>O GGB também aproveitou a nota para mencionar a falta de apoio da iniciativa privada ao evento.</p>
<p><img class="size-full wp-image-512" title="Parada Gay" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2009/09/cartaz_parada.jpg" alt="Parada Gay" width="400" height="557" /></p>
<p>Veja o vídeo promocional.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5uq7jPW1fE4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/5uq7jPW1fE4"></embed></object></p>
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		<title>O Armário: como e quando sair dele</title>
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		<pubDate>Wed, 21 May 2008 10:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Fernando Calaça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[armário]]></category>
		<category><![CDATA[assumir]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[homossexual]]></category>

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		<description><![CDATA[A metáfora do armário já é mais do que conhecida no meio GLBT, mas seus significados, a meu ver, podem ser os mais diversos. Em geral, significar se assumir como homossexual, mas isso muitas é por demais complexo. O que &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/colunas/o-armario-como-e-quando-sair-dele.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-563" title="Colunas e Artigos" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2010/01/glbt.png" alt="Colunas e Artigos" width="583" height="270" /></p>
<p style="text-align: justify;">A metáfora do armário já é mais do que conhecida no meio GLBT, mas seus significados, a meu ver, podem ser os mais diversos. Em geral, significar se assumir como homossexual, mas isso muitas é por demais complexo. O que é se assumir? Como se assumir? Que comportamentos podem servir como medida para que se possa afirmar que um gay é assumido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já travei debates acalourados sobre o assunto. Minha própria experiência e contatos com outras pessoas me mostram que a questão não é simples. O primeiro passo, geralmente, é o de contar para os pais e familiares mais próximos. O que é, desde o começo, um investimento muito grande devido ao medo de ser rejeitado, de ser expulso de casa, de ser renegado à condição de &#8220;ovelha negra&#8221; na família. Para muitos, assumir tais &#8220;riscos&#8221; é insuportável, devido aos vínculos de dependência emocional e financeiro em relação aos pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para um adolescente gay, por exemplo, assumir-se para a família – a depender do tipo de formação moral, valores e postura adotada por ela – pode ser por demais difícil, pois implica muitas vezes em sofrer o preconceito dos pais e irmãos, sendo vítima de violência moral ou física, podendo até mesmo ser expulso de casa e passar por maus bocados. Situações como essas não são raras, sendo, infelizmente, mas comum do que imaginamos e um dos principais medos do jovem gay, afinal não podemos deixar de considerar que a família se constitui no primeiro e principal contexto de socialização do indivíduo, onde introjetamos nossos valores e adquirimos os nossos primeiros papéis sociais e repertórios identitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Se opor à família pode significar, muitas vezes, separar-se de uma parte de si mesmo, enlutar-se, morrer e renascer das cinzas. O que para alguns pode ser uma vitória, uma carta de alforria, assumir o rumo de suas próprias vidas, para outros pode causar uma dor muito grande, insuportável, que leva a depressão e a atos de auto-destruição, como o suicídio. Negar-se a si mesmo, no entanto, pode ter os mesmo efeitos negativos sobre si.</p>
<p style="text-align: justify;">Na escola, também, desde cedo os jovens gays são submetidos a modelos de gênero. Meninos e meninas são separados e cada um aprende a assumir certos papéis sexuais. O que é ensinado em casa, na escola é sedimentado. Na aula de educação física, meninas jogam vôlei e baleado e meninos jogam futebol. Principalmente na adolescência, há a pressão de assumir certos comportamentos sexuais. As paqueras começam a rolar, o desejo, o interesse pelo amiguinho ou amiguinha. Na adolescência se experimenta. Mas &#8220;assumir&#8221; o próprio desejo, ainda tão incerto, indefinido, é difícil, pois o tempo inteiro os colegas soltam piadas, há a fofoca do banheiro e do corredor: &#8220;Fulano pegou cicrana&#8221;, &#8220;Mariazinha te de olho em Joãozinho&#8221;, &#8220;Acho que Pedrinho é gay, pois não joga futebol!&#8221;, &#8220;Joaninha é sapata, tava de pegação no banheiro!&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse primeiro momento enfoco a família e a escola, pois são nossas matrizes e os primeiros contextos de socialização. As experiências que travamos nesses contextos deixam marcas permanentes em nossa história de vida, marcas essas que podem causar impactos enormes no amadurecimento emocional, nas estratégias futuras de enfrentamento em outros contextos interacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Já conheci gays que aos 30 anos ainda não tinham contado para os pais que são gays. Outros, tiveram a coragem de contar para os pais na adolescência e foram expulsos de casa ainda cursando o segundo grau, tendo de abandonar ou postergar os sonhos de fazer medicina. Outro, na mesma situação, saiu de casa e entrou para a prostituição como alternativa que lhe permitiu o sustento e a vivência da sexualidade. Tive amigos que, mesmo com o canudo universitário, sofrem preconceito em congressos e eventos científicos e temem pelo preconceito dos clientes e de colegas. Alguns são militantes e lutam pelo direito de casar, ter filhos, partilhar bens com o companheiro.<span> </span>Para alguns, o medo de se assumir implica na impossibilidade de viver uma vida a dois, na descrença na possibilidade de um relacionamento duradouro, com amor e respeito, mesmo mantendo ainda o sonho de um dia encontrar o par ideal partilhar a vida e a velhice.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando escrevo isso, penso em mim mesmo, em meus caminhos escolhidos até agora, nos medos que alimento, nos passos corajosos que dei, mesmo temeroso, na cautela de me assumir para alguns amigos e me esconder para outros, de manter minha aparente heterossexualidade, mesmo vivendo a amando outro homem. Escrever esse artigo, em si, já é um passo para fora do armário. Assinar essas palavras com meu nome é me assumir gay, ao mesmo tempo em que digo que sou homem, sou estudante, amo, sinto, desejo, trabalho, sonho e vivo. E estar com outros &#8220;iguais&#8221;, tão diferentes de mim, tão únicos, é ver que somos humanos, independente de qualquer rótulo.</p>
<p style="text-align: justify;">O armário, como a casca de um ovo, pode nos proteger e nos assegurar a preservação de nossa própria essência humana. Às vezes precisamos nos esconder dentro dele, ficar quietinho, pensando, dormindo, sonhando. Outras vezes precisamos fazer uma faxina, jogar tudo em cima da cama, pegar as coisas velhas e sem utilidade e jogar fora. Sair e ver de fora o que somos, quem somos e como somos, com a consciência de que não somos sozinhos no mundo, e que outra pessoa também pode vir, abrir a porta do armário e adentrar nossa intimidade. Não nos tranquemos em nossos armários com cadeados. Mantenhamos eles, pois somos nós mesmos, com as portas sempre entreabertas!</p>
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		<title>Dia das mães: passeio da comunidade GLBT</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 12:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Núcleo UNISex</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[gay]]></category>
		<category><![CDATA[glbt]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>

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		<description><![CDATA[A PRO-HOMO está promovendo um passeio com as mães (espirituais, biológicas e afetivas) da comunidade GLBT, a caminhada, chamada &#8220;Andei por todos os jardins&#8221; será realizada em comemoração aos dias das mães. Veja o material de divulgação da caminhada a &#8230; <a href="http://nucleounisex.org/noticias/dia-das-maes-passeio-da-comunidade-glbt.html">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-566" title="Notícias" src="http://nucleounisex.org/wp-content/uploads/2009/08/noticias.png" alt="Notícias" width="583" height="270" /></p>
<p>A PRO-HOMO está promovendo um passeio com as mães (espirituais, biológicas e afetivas) da comunidade GLBT, a caminhada, chamada &#8220;Andei por todos os jardins&#8221; será realizada em comemoração aos dias das mães. Veja o material de divulgação da caminhada a seguir:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><span style="font-size: 12pt; font-weight: bold; font-family: Arial;">&#8220;ANDEI POR TODOS OS JARDINS&#8221;</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><span style="font-size: 12pt; font-weight: bold; font-family: Arial;"> Passeio com as Mães (espirituais, biológicas e afetivas) da comunidade GLBT</span></span></strong></p>
<p>Neste Dia das Mães, a PRO HOMO &#8211; Associação de Defesa e Proteção dos Direitos de Homossexuais &#8211; promove um passeio com as Mães da Comunidade GLBT. A concentração será no Campo Grande, a partir das 15h30 e a caminhada seguirá até o Beco dos Artistas, ao lado do Teatro Castro Alves,</p>
<p>O evento é uma demonstração de amor e gratidão àquelas que geraram no ventre e/ou no coração, tantos filhos e filhas da comunidade GLBT.</p>
<p>São convidadas as Mães espirituais, biológicas e afetivas de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais.</p>
<p>O evento é mais uma ação da PRO HOMO em favor da visibilidade da Comunidade GLBT, contribuindo para a redução e enfrentamento do preconceito e da Homofobia e dentro das comemorações do Dia Mundial da Luta Contra Homofobia (17 de maio).</p>
<p>A caminhada &#8220;Andei por todos os jardins&#8221;, com as mães da comunidade GLBT, contará com a participação de fanfarra, animadores e No Beco dos Artistas estão previstas atividades artísticas e culturais, protagonizadas por membros da mesma comunidade GLBT.</p>
<p>Para todas as mamães presentes, muito carinho, gratidão e brindes.</p>
<p>A PRO HOMO tem apoio da Instituição Beneficente Conceição Macedo, da Instituição Família e da Associação GLBT Laleska de Capri.</p>
<p><strong><span style="color: #800000;">Informações:</span><em><br />
Saída do Campo Grande para o Beco dos Artistas</em><br />
Data: </strong>11.05.2008 &#8211; Dia das Mães<strong><br />
Hora: </strong>15h30<strong><br />
Contatos: </strong>Renildo Barbosa &#8211; 71 8767 8219 / 8211 6758 <a class="linkification-ext" style="color: #006620; background-color: #fff9ab;" title="Linkification: mailto:prohomo@yahoo.com.br" href="mailto:prohomo@yahoo.com.br">prohomo@yahoo.com.br</a></p>
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